sábado, 19 de setembro de 2015

Chão e Chinelo - Loa do Boi da Meia-Noite [1999]


Formado em Recife em 1995, à base de sanfona, triângulo e zabumba, o grupo Chão e Chinelo seguia a tradição da urbanização dos ritmos nordestinos sedimentada por Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro. O caminho trilhado por outros grupos como Mestre Ambrósio e Cascabulho deu uma guinada com a entrada da guitarra de tintas psicodélicas de Niltinho (também interessado em música indígena, ruidos eletrônicos e tribais) e a rabeca do mestre de maracatu Maciel (filho de mestre Salustiano, referencial de Chico Science). 

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Anchieta Dali - Discografia


Anchieta Dali é pernambucano do Sertão, um cantador nordestino que aborda o ser humano e a natureza num vasto cordel de emoções musicais. Lírico, rústico, com sotaque refinado de poética social apurada, navega entre suor e chuva aguando leirões de rimas e audácia numa fina sertania forrozeira. 

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Paulo Matricó - Discografia


Nascido no vale do Rio Pajeú, no município de Tabira, Pernambuco, o poeta, declamador, cantor e compositor, Paulo Matricó traz no coração a essência do Sertão onde se batizou nas águas da poesia popular ao herdar do pai e de grandes menestréis da cantoria de sua região a arte de contar histórias simples com o apuro de métrica e a graciosidade da rima cadenciada.

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Barbatuques - Discografia


Referência internacional de percussão corporal, Barbatuques acumula experiência no Brasil e ampla vivência e reconhecimento no exterior.

sábado, 15 de agosto de 2015

Tarancón - Discografia


Grupo pioneiro a mesclar musica brasileira com a latino-americana. Começou sua trajetória no inicio da década de 70 e até hoje mantém seu principal meio de comunicação: O “boca a boca”.

domingo, 2 de agosto de 2015

Boca Livre - Discografia


A proposta do grupo, que se consagrou ao conquistar um Disco de Ouro inédito para uma produção independente, em 1979, permanece fiel aos primeiros tempos. “Creio que cada vez mais a gente se conhece, já sabe muito bem como encontrar a melhor forma de trabalhar junto. Essa integração se reflete tanto na escolha de repertório, quanto na melhor maneira de fazer o arranjo de cada música.

sábado, 1 de agosto de 2015

Banda de Pau e Corda - Discografia


Banda de Pau e Corda, conjunto pernambucano, existe há quarenta anos. Durante todo esse tempo já fez vários shows, lançou diversos discos, e tem mostrado por este Brasil afora as suas melodias, poesias e arranjos apoiados nas nossas raízes, contribuindo, assim, para que Pernambuco se mantenha com a imagem que tem: ser o maior celeiro cultural do nosso País.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Heraldo do Monte - Discografia


O nome Heraldo do Monte por seu papel histórico na música instrumental brasileira deveria dispensar qualquer introdução. Nascido no Recife, Heraldo começou na música tocando clarineta no colégio por ser o único instrumento disponível, com o qual andou pra cima e pra baixo por uma semana sem conseguir tirar qualquer som. Até que seu professor, ligeiramente irritado, empunhasse o instrumento para lhe mostrar como tocar e percebesse que havia algo errado. Um aluno pregando uma peça no Heraldo havia enfiado uma flanela no tubo de ar da clarineta. Seguiu seus estudos no labiorioso instrumento e logo sentiu a nececidade de um instrumento harmônico. Usando os métodos para clarineta aprendeu sozinho a tocar o violão, intuindo os acordes.

terça-feira, 30 de junho de 2015

Edigar Mão Branca - Da Terra Firme, Um Canto Forte [1988]


Edigar Mão Branca é o nome de guerra de Edigar Evangelista dos Anjos, brasileiro, cantador, poeta, radialista e forrozeiro. Assumidamente um cabra de pé de serra, de vaquejada e tirada de leite, Edigar nasceu em 14 de janeiro de 1959, no Lodo das jegas região da Mata Fria distrito de Macarani na Bahia.

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Jacinto Silva - Discografia


Jacinto Silva nasceu em Palmeira dos Índios, Alagoas, em 1933. Discípulo de Jackson do Pandeiro, aprendeu com o mestre a dominar o ritmo, e aprofundou a arte de entortá-lo, desconstruí-lo, sem, contudo, perder o pulso da música. Sobre seus malabarismos rítmicos, ele mesmo dizia: “saio desmantelando e depois vou consertando”.