Em 1938, quando o Departamento de Cultura financiou
a Missão de Pesquisas Folclóricas, Mário de Andrade deparava-se com o dilema da
modernidade: ao mesmo tempo que as manifestações populares corriam o risco de
desaparecer com a crescente urbanização do país, o avanço tecnológico da época
proporcionava meios de capturá-las em discos, fotografias e filmes.
